Física Destrutiva
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Quem era James Watt?
James Watt nasceu a 19 de janeiro de 1736, em Greenock, Escócia. Era o sexto de oito irmãos, cinco dos quais morreram na infância. Não era uma criança prodígio. Tímido, inseguro e mimado pela mãe, o menino sofria com terríveis dores de cabeça, que se prolongaram até a idade adulta. Desse modo, muitos eram os dias em que James ficava fechado no quarto. Para distraí-lo o pai lhe dava, como brinquedo, diversos instrumentos de navegação, bússolas e sextantes, que ele desmontava e consertava. Essa inocente brincadeira assumiu, mais tarde, importância fundamental.
Como não conseguiu freqüentar a escola primária, aprendeu com os pais a ler e a escrever, além dos princípios da aritmética. Por volta dos 13 anos mostrou grande interesse pela matemática e pela arte da navegação. Aos 16 anos, Watt partiu para Glasgow em busca de trabalho e foi empregado como aprendiz numa fábrica. Para quem queria ser construtor de instrumentos de medida, aquele não era o trabalho ideal. Ao fim de três anos, decidiu tentar a sorte em Londres.
No início, teve que se defrontar com as exigências de experiência e indicação; mas, finalmente, conseguiu empregar-se, com um contrato de um ano. Foi um período difícil, em que era obrigado a trabalhar dez horas por dia, gastando pouco com a alimentação. Além disso o clima de Londres, úmido e frio, causou-lhe reumatismo, obrigando-o a abandonar a cidade. De volta a Glasgow, decidiu trabalhar por conta própria e abriu uma loja de instrumentos.
No entanto, num ambiente conservador e tradicionalista, não era fácil conseguir fregueses, desconfiados como os técnicos e navegadores. Mas Watt conseguira arrumar clientes. Assim, em 1757 foi admitido, na qualidade de fabricante de instrumentos de medida, na Universidade de Glasgow. O trabalho na universidade tornou possível seu encontro com o motor a vapor de Newcomen. Dois anos antes, ele já discutira com seus amigos algumas idéias para melhorá-lo. Além disso, tinha tentado realizar algumas experiências sem bons resultados. Agora ele dispunha de um motor e das peças necessárias para reconstruí-lo.
Watt conseguiu descobrir que, para melhorar seu funcionamento, era necessário elevar a temperatura do vapor, resfriando-o depois bruscamente durante a expansão. Acrescentou o condensador de vapor e outros artifícios destinados a melhorar o rendimento do motor. Depois dessas modificações o resultado era muito semelhante ao do motor ainda hoje em uso, com condensador, caixa de distribuição e sistema biela-manivela, para obter o movimento rotativo a partir do alternado.
O engenheiro fazia todas as experiências à noite porque durante o dia trabalhava para manter a família, pois seu pai estava arruinado. Sua única distração era passar o domingo no campo, em companhia de um tio materno e de sua prima, Margaret Miller, com quem se casou em 1764 e teve quatro filhos.
As primeiras experiências de Watt, destinadas a mostrar os méritos do seu motor, não foram vitoriosas: os recursos eram escassos e ele não conseguia ordenar seus negócios. Por quatro anos trabalhou como engenheiro civil e elaborou um projeto para um canal entre Forth e Clyde. A Câmara dos Comuns, entretanto, não aprovou o trabalho. Em 1769 fez um segundo projeto, desta vez para o canal destinado a transportar carvão para Glasgow.
Finalmente encontrou um financiador, J. Roebuck, para a aplicação em larga escala de sua descoberta, mas a sociedade fundada para esse fim faliu em pouco tempo. A associação com Matthew Boulton, engenheiro de Birmingham, foi mais afortunada. Conseguiu em 1769 a patente para o motor de Watt e, em 1775, a prorrogação da posse por mais 25 anos. A prova decisiva do invento veio quando uma mina alagada foi inteiramente drenada em dezessete dias, enquanto os métodos tradicionais exigiam meses de esforço.
Watt propôs também que seu motor fosse utilizado para operar os elevadores subterrâneos. O motor tinha numerosas aplicações e como substituía os cavalos, para dar ao comprador uma idéia de sua capacidade, a potência era expressa pelo número de cavalos que podia substituir, gerando a expressão horsepower (hp).
Os aperfeiçoamentos no modelo inicial sucederam-se, exigindo novas patentes, em 1781, 1782 e 1784. Outra invenção foi o controlador centrífugo, graças ao qual a velocidade dos motores rotativos foi automaticamente controlada. Esse trabalho é atualmente considerado como uma das primeiras aplicações da realimentação, um elemento essencial para a automação.
O maior enigma da humanidade, Parte 1 - Introdução
Como é do conhecimento de todos, a origem do Universo e de tudo que há nele ainda percorre pelas mentes humanas. Desde muito, este enigma vive entre nós e é discutido entre poucos. Ciência e Religião tomam frente num interminável percurso de razão. De onde teria surgido o mundo? Se somos tão inteligentes, por que nunca conseguimos responder a essa pergunta?
A ideia de que o mundo teria surgido de um criador divino surgiu há muito tempo, mas a ideia de que o mundo surgiu de uma explosão atômica foi ganhado corpo aos poucos. Físicos, astrônomos, biólogos e outros cientistas (ou pelo menos alguns) levam em conta o surgimento do Universo perante uma auto-criação. Ou melhor, o Universo precisava ser criado, então, houve uma grande explosão que foi criando estrelas, planetas, galáxias, sistemas planetários e astros.
Deus criou o mundo porque viva só, no Universo escuro. Então ele disse "Faça-se a luz" e então a luz foi criada e Deus viu que aquilo era bom. Teoria religiosa do Cristianismo sobre o surgimento de tudo que vemos hoje. Segundo a ciência, o mundo, e tudo que há nele foi uma necessidade de criação. Mas levarmos em conta as duas teorias, podemos dizer que somos frutos de uma ausência.
Diversos cientistas tentaram explicar o surgimento da terra. E em milênios, ninguém conseguiu. Na segunda parte desta matéria, veremos o o que alguns renomados cientistas falavam ou falam sobre o surgimento do Universo.
A ideia de que o mundo teria surgido de um criador divino surgiu há muito tempo, mas a ideia de que o mundo surgiu de uma explosão atômica foi ganhado corpo aos poucos. Físicos, astrônomos, biólogos e outros cientistas (ou pelo menos alguns) levam em conta o surgimento do Universo perante uma auto-criação. Ou melhor, o Universo precisava ser criado, então, houve uma grande explosão que foi criando estrelas, planetas, galáxias, sistemas planetários e astros.
Deus criou o mundo porque viva só, no Universo escuro. Então ele disse "Faça-se a luz" e então a luz foi criada e Deus viu que aquilo era bom. Teoria religiosa do Cristianismo sobre o surgimento de tudo que vemos hoje. Segundo a ciência, o mundo, e tudo que há nele foi uma necessidade de criação. Mas levarmos em conta as duas teorias, podemos dizer que somos frutos de uma ausência.
Diversos cientistas tentaram explicar o surgimento da terra. E em milênios, ninguém conseguiu. Na segunda parte desta matéria, veremos o o que alguns renomados cientistas falavam ou falam sobre o surgimento do Universo.
Johannes Kepler, o aperfeiçoador
Johannes Kepler (1571-1630) foi um astrônomo, matemático e astrólogo alemão. Responsável por uma grande revolução na ciência, elaborou as leis da mecânica celeste. Aperfeiçoou invenções de Galileu Galilei e teve grande influência nas descobertas de Isaac Newton
Kepler era protestante e teve sólida formação teológica. Foi professor de matemática na escola de Graz, na Áustria, e assessor do Imperador Rodolfo II sobre assuntos matemáticos. Desenvolveu trabalhos sobre óptica e obteve sucesso no melhoramento do telescópio refrator.
Kepler tinha fortes convicções sobre a importância da astrologia, embora o assunto fosse motivos de polêmicas com os astrônomos. Achava que os os corpos celestes exerciam influência nos acontecimentos terrestres. Acreditava na existência de Deus e na concepção divina do universo.
Suas idéias sobre astronomia, intituladas de física celeste, foram inspiradas por Aristóteles e estão concentradas em suas obras “Astronomia Nova”, “Harmonices Mundi”, e “Epítome da Astronomia de Copérnico”. As teorias contidas nesses trabalhos, como a descoberta do movimento eliptico dos corpos celestes, foram determinantes na criação das teorias de Newton sobre a gravitação universal.
Morreu na Baviera, Alemanha, aos 58 anos, ou melhor, morreu há 383 aos 58 anos.
Fonte: E -biografias
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